A mídia em 2025 para engajar a Geração Z será...

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(X) Gente!

Isso, gente como a gente. Pessoas reais, mais próximas que os influenciadores com milhões de fãs e seguidores, com interesses autênticos e conhecimentos profundos sobre o que falam. Essa foi a tônica da conversa entre o publicitário Ryan Berger (HYPR), a sports marketeer Sarah Flynn (Thirty Five Ventures) e Courtney Spritzer (SocialFly) no painel Marketing de Influência: o futuro da mídia humana em 2025

Já abordamos aqui o fortalecimento da tendência das campanhas com micro influenciadores em detrimento das que investem em influenciadores-celebridades (que reproduzem a lógica pura e simples das campanhas publicitárias tradicionais).

Até 2025, além dos micro, ativaremos cada vez mais os nano influenciadores, pessoas com "apenas" poucas dezenas de milhares de seguidores, mas extremamente especializadas e autênticas, para quem, antes do cachê (se houver), importa mais sua afinidade com a causa da empresa/marca.

Nas agências de RP, essa já é a abordagem há algum tempo. O que muda é a multiplicação desta nova mídia, que desafia a nossa capacidade de identificá-los, rastreá-los e analisá-los com a rapidez que as ativações precisam ser feitas. E com alta eficácia.

"Neste cenário, dependemos da tecnologia para encontrar os micro e nano influenciadores certos. E não apenas aqueles cujo conteúdo interessa à marca, mas cujo perfil da audiência irá corresponder de forma mais assertiva ao público-alvo desejado", afirmou Berger, que alega ter construído a maior plataforma de influenciadores do mundo. "Além de encontrar o melhor match, é preciso medir as coisas certas, não apenas impressões, curtidas e comentários. Temos que medir a resposta, como a campanha está performando na audiência do influenciador", concluiu o fundador da Hypr.