O SXSW é sobre inovação e criatividade, mas, acima de tudo, é sobre ter coragem de ser o primeiro, de arriscar, de falhar e de fracassar.

Da participação da jovem congressista americana AlexandriaOcaso-Cortez às centenas de estandes no espaço de exposições, a coragem mostrou-se presente.

Há questões fervilhando no cenário de marcas e corporações
no que tange à comunicação, e em todas as possíveis respostas um dos
ingredientes imprescindíveis é a coragem.

1) Marcas e corporações devem ou não ter posicionamentos
claros sobre temas polêmicos? É um compromisso a longo prazo. Além de coragem,
avalie e alinhe o posicionamento aos seus valores e ao seu propósito. O tema
foi abordado no painel “Brand: The New Political Reality”, com Joy Horward, CMO
da Lyft; Corley Kenna, Global Communication & PR da Patagonia; e Nancy
King, Director Global Insights & Strategy do Airbnb.

2) Marcas e corporações devem se mostrar vulneráveis? A
vulnerabilidade é do ser humano, que é quem faz as empresas. É preciso ser
humilde, e ter coragem, para admitir. Para o co-fundador da Honest Company,
Christopher Gavigan, os erros precisam ser admitidos.

3)  Até onde apostar
no desconhecido? Inovar pode ser para todos, mas ainda é para poucos. É preciso
coragem para acreditar em algo para o qual ainda não existem métricas, no que
não há certeza de retorno, no que pode não dar certo. Com budgets cada vez mais
compactos e cobrança de retorno quase imediato, será preciso encontrar o
equilíbrio para sair do quadrado.

No início, haverá um possível choque no sistema. No entanto,
com resiliência e coragem, temos grande possibilidade de abrir novos caminhos –
e de dar certo.

E quando dá certo, WOW!